"You don't know and that's ok
you might find me anyway.
don't you know that I belong
on an arm with you, baby?
In a town that's cold and gray,
we will have a sunny day.
don't you know that I belong
on an arm whit you?
I don't know.
when it goes?
suddently though every things slow and
I miss you so.
Around each corner there's a chance
people searching glands to glands
moving barriel fast like insect to fish
when they're scared."
(Regina Spektor - Raindrops)
sábado, 31 de maio de 2008
domingo, 11 de maio de 2008
Tá que esse é um assunto que a gente devia deixar para os mais idosos, mas...
"puxa! como o tempo passa rápido!"
Um mês passou e pareceu que foi em uma semana. "10, pá, 11"
Eu tenho que terminar um cachecol antes que o frio termine, mas ainda faltam 330 páginas pra acabar de ler o livro e o mocinho, enfim, viver em paz.
Amanhã já é segunda e tem aula. Mas daqui a pouco é sábado de novo, seguido de uma outra segunda-feira e de um outro sábado.
Até desanima assim...
"puxa! como o tempo passa rápido!"
Um mês passou e pareceu que foi em uma semana. "10, pá, 11"
Eu tenho que terminar um cachecol antes que o frio termine, mas ainda faltam 330 páginas pra acabar de ler o livro e o mocinho, enfim, viver em paz.
Amanhã já é segunda e tem aula. Mas daqui a pouco é sábado de novo, seguido de uma outra segunda-feira e de um outro sábado.
Até desanima assim...
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Estranho, mas faço coisas que eu nunca achei que fosse fazer um dia. Coisas como não querer mais comer carne, não matar formigas(nem abelhas, nem baratas, nem pessoas), adorar músicas do tempo da minha mãe (ou antes) e repicar o cabelo.
É pessoas, eu não sou mais a mesma. Isso não é ótimo? :D
ouvindo: Xote dos Milagres - Fala Mansa
É pessoas, eu não sou mais a mesma. Isso não é ótimo? :D
ouvindo: Xote dos Milagres - Fala Mansa
sexta-feira, 25 de abril de 2008
sexta-feira, 18 de abril de 2008
As pessoas não respeitam mais os outros, não pensam mais nos outros, não ajudam mais os outros. As pessoas são robôs, fazendo seus trabalhos e deveres como se fossem respeitáveis. Reclamam de tudo para si e demonstram estar sentindo prazer em ver você. Isso, claro!, quem ainda se preocupa em parecer simpático.
As pessoas não olham mais para o céu, não reparam mais nas cores, não se sentem livres para fazer e ser quem bem entender. As pessoas fazem tudo para se encaixarem num grupo de outras pessoas que fazem tudo para continuarem nesse grupo de por-ai-vai.
As pessoas não levam mais as crianças pra escola e nem as buscam mais. Então elas voltam em bandos, fazendo bagunça no meio da rua e cantando músicas sobre coisas que elas nem sabem o que é. Ou talvez saibam. As pessoas não ensinam mais para as crianças que devemos respeitar os outros, e que falar palavrões é feio.
As crianças crescem e tornam-se robôs.
(depois eu termino. ou não.)
As pessoas não olham mais para o céu, não reparam mais nas cores, não se sentem livres para fazer e ser quem bem entender. As pessoas fazem tudo para se encaixarem num grupo de outras pessoas que fazem tudo para continuarem nesse grupo de por-ai-vai.
As pessoas não levam mais as crianças pra escola e nem as buscam mais. Então elas voltam em bandos, fazendo bagunça no meio da rua e cantando músicas sobre coisas que elas nem sabem o que é. Ou talvez saibam. As pessoas não ensinam mais para as crianças que devemos respeitar os outros, e que falar palavrões é feio.
As crianças crescem e tornam-se robôs.
(depois eu termino. ou não.)
domingo, 6 de abril de 2008
sexta-feira, 21 de março de 2008

Há um pouco mais de um ano alguém me contou uma história. Alias, acredito que essa seja a melhor que já me contaram.
É sobre uma coisa grande, fadas com nomes estranhos, homens que não sonham e um amor quase impossível.
Ontem a noite, aquela bola brilhante me fez lembrar dessa história e acreditar que eu não posso me esquecer dela. Seria imperdoável.
Porque essa é uma história que eu ainda vou contar para meus filhos.
Assinar:
Postagens (Atom)
