Eu não vou falar de todas aquelas coisas clichês sobre amor, falsidade e peru, mas eu acho muuito estranho isso. Sabe? Não existe mais novembro entre Halloween e Natal?
Eu não gosto do ritmo de como as coisas vão. Rápido demais, devagar demais. Eu acho que não vou conseguir acompanhar tudo.
E eu acho que o ano acaba em novembro...
terça-feira, 4 de novembro de 2008
terça-feira, 7 de outubro de 2008
A lua brilhou um brilho opaco por detrás das nuvens carregadas de chuva e ela se perguntou o que teria acontecido com ela e a estrela-fada da historinha.
A valsa tocava só pra ela, mas já não tinha graça nenhuma.
O vento gelado soprou-se em seu rosto e fez doerem suas orelhas e congelar sua alma, e então ela se sentiu péssima, pequena demais praquele mundão todo. Sentiu-se horrivelmente sozinha. Sentiu vazio o lugar onde costuma ficar o coração. Sentiu medo, sentiu saudade e sentiu frio.
A valsa tocava só pra ela, mas já não tinha graça nenhuma.
O vento gelado soprou-se em seu rosto e fez doerem suas orelhas e congelar sua alma, e então ela se sentiu péssima, pequena demais praquele mundão todo. Sentiu-se horrivelmente sozinha. Sentiu vazio o lugar onde costuma ficar o coração. Sentiu medo, sentiu saudade e sentiu frio.
domingo, 5 de outubro de 2008
Go 'way from my window,
Leave at your own chosen speed.
I'm not the one you want, babe,
I'm not the one you need.
You say you're lookin' for someone
Never weak but always strong,
To protect you an' defend you
Whether you are right or wrong,
Someone to open each and every door,
But it ain't me, babe,
No, no, no, it ain't me, babe,
It ain't me you're lookin' for, babe.
Sem metáforas, só ouvindo...
Leave at your own chosen speed.
I'm not the one you want, babe,
I'm not the one you need.
You say you're lookin' for someone
Never weak but always strong,
To protect you an' defend you
Whether you are right or wrong,
Someone to open each and every door,
But it ain't me, babe,
No, no, no, it ain't me, babe,
It ain't me you're lookin' for, babe.
Sem metáforas, só ouvindo...
sábado, 13 de setembro de 2008
Tem uma mancha vermelha no meu braço direito e um furinho no meio. Dói. Tem um calinho relativamente pequeno no braço esquerdo. Culpa da minha distração. Dói também.
Faz mais de uma semana que eu não consigo correr por conta do sedentarismo e do cansaço. Cansaço não sei do que.
Eu me equilibro em cima da cama pra pegar as pantufas e quase caio. Nunca fui boa com acrobacia. Isso se ficar em cima de um pedaço de madeira com um metro de altura pode ser chamado de acrobacia. Os pés de monstro combinam comigo.
Eu tento calcular o peso de letras e números aleatórios, mas fracasso. Não sei por que ainda gosto de química. Eu não cumpro com as obrigações que eu imponho à mim.
Me esforço pra puxar assunto, mostrar interesse e sempre me apresso pra ver qual a resposta, mesmo sabendo que é, no máximo, um 'hmm'.
Tenho vontade de gritar a música, mas o regulamento diz que não pode depois das 14h no sábado. É o suficiente pra me fazer desistir.
A moça começa a cantar "Somedays aren't your at all/ They come and go like someone else's day/ They come and leave you behinde someone else's face/ And is harsher than yours/ And is colder than yours" e eu penso que é pra mim. E não tem ninguém aqui pra me dar um abraço.
Talvez seja tudo frescura.
Don't call me, don't write.
Faz mais de uma semana que eu não consigo correr por conta do sedentarismo e do cansaço. Cansaço não sei do que.
Eu me equilibro em cima da cama pra pegar as pantufas e quase caio. Nunca fui boa com acrobacia. Isso se ficar em cima de um pedaço de madeira com um metro de altura pode ser chamado de acrobacia. Os pés de monstro combinam comigo.
Eu tento calcular o peso de letras e números aleatórios, mas fracasso. Não sei por que ainda gosto de química. Eu não cumpro com as obrigações que eu imponho à mim.
Me esforço pra puxar assunto, mostrar interesse e sempre me apresso pra ver qual a resposta, mesmo sabendo que é, no máximo, um 'hmm'.
Tenho vontade de gritar a música, mas o regulamento diz que não pode depois das 14h no sábado. É o suficiente pra me fazer desistir.
A moça começa a cantar "Somedays aren't your at all/ They come and go like someone else's day/ They come and leave you behinde someone else's face/ And is harsher than yours/ And is colder than yours" e eu penso que é pra mim. E não tem ninguém aqui pra me dar um abraço.
Talvez seja tudo frescura.
Don't call me, don't write.
sábado, 6 de setembro de 2008
As pessoas vivem (se) mudando. Entrando e saindo o tempo todo. Do mundo, das nossas vidas, de suas vidas... Porque tudo o que entra sai, e você sempre acaba voltando para o lugar de onde veio. Vir é consequência de ir. Chegada sempre significa partida e sempre significa volta. Só depende de que lado você está.
Nada é pra sempre. É exatamente isso. Ou talvez nem isso seja.
Você acaba se acostumando com a ideia de perda. Essa, meus caros, é a arte do desapego. A forma mais fácil de viver, mas nem sempre a mais emocionante.
Nada é pra sempre. É exatamente isso. Ou talvez nem isso seja.
Você acaba se acostumando com a ideia de perda. Essa, meus caros, é a arte do desapego. A forma mais fácil de viver, mas nem sempre a mais emocionante.
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