Falou, valeu. Foi bom, mas ja deu.
Até que enfim um pouco de alívio.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
"As janelas estavam abertas quando cheguei e ouvi uma voz. Mas quando saí ela estava dormindo. Será possível que ja tivesse acordado e com visitas?
Mas ninguém respondia. Ouvia apenas a voz dela. Com algo estranho na fala apenas.
Quando cheguei mais perto pra ouvir, percebi que falava em outra língua."
Não sei se tinha um fim. Nem o que veio a ser, nem de quando era. Mas acho que nada deve ser excluido, ignorado ou escondido.
Tem hora que eu nem sei de mim. Tanto faz também. Tem hora que a unica coisa que eu quero é saber. Qualquer coisa que seja. Eu só quero ter certeza. E agora é uma dessas horas.
Acho que esse ano deu o que tinha que dar. Quero começar logo.
Mas ninguém respondia. Ouvia apenas a voz dela. Com algo estranho na fala apenas.
Quando cheguei mais perto pra ouvir, percebi que falava em outra língua."
Não sei se tinha um fim. Nem o que veio a ser, nem de quando era. Mas acho que nada deve ser excluido, ignorado ou escondido.
Tem hora que eu nem sei de mim. Tanto faz também. Tem hora que a unica coisa que eu quero é saber. Qualquer coisa que seja. Eu só quero ter certeza. E agora é uma dessas horas.
Acho que esse ano deu o que tinha que dar. Quero começar logo.
sábado, 31 de outubro de 2009
sábado, 19 de setembro de 2009
Não me agrada a ideia de esquecimento. Na verdade, ela me assusta, me parece fraqueza. Esquecer não muda fatos, ignora-os. Esquecer algo é esquecer o que se aprendeu, apagar de sua existência algo que a fez evoluir.
A vida não é feita de momentos. É feita de lembranças. Momentos mudam a cada mínima fração de segundo e levam consigo os seus atos. Momentos são efêmeros, lembranças são eternas.
A vida não é feita de momentos. É feita de lembranças. Momentos mudam a cada mínima fração de segundo e levam consigo os seus atos. Momentos são efêmeros, lembranças são eternas.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
terça-feira, 28 de julho de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
E eu estava aqui com uma ideia, mas ela não dizia nada. Só estava sentada do meu lado comparando o laranja dos cabelos dela com o preto dos meus. E eu disse, eu disse a ela "é muito bom que você esteja aqui, porque fazia tempo que eu não via uma de vocês, e vocês só aparecem quando eu to sozinha e eu gosto muito de ficar sozinha, e os seus cabelos são muito bonitos, mas sabe? você deve dizer algo, porque de nada adianta a nossa presença se deixamos de dizer o que deve ser dito" e ela deitou sua cabeça no meu colo e respirou fundo. Então ela disse que gostava do cheiro do meu cabelo e calou-se. O cabelo dela também era cheiroso e eu achei estranho pensar que havia um mar. Ele estava lá fora mais perto de mim do que as belas palavras que eu gosto de ouvir, e o mar não para nunca. Assim como a brisa que estava la fora com ele.
Era uma sensação muito boa. Havia uma luz amarela, o som de alguns grilos e aparelhos eletronicos e o cheiro de uma ideia no meu colo. Então ela me disse, ela disse bem assim: "Sabe aquela gata da sua tia? Faz tempo que você não a vê porque ela está se escondendo embaixo do lençol, na cama daquele quarto no fim do corredor. Gatos são animais muito inteligentes quando querem". E era verdade. Ela estava escondida embaixo do lençol e também era muito inteligente. Eu soube porque fui lá ver. E peguei o meu caderno e comi alguns amendoins. A ideia era muito boa, então ela narrou tudo pra que eu anotasse no caderno, mas minhas mãos são lentas e a ideia acabou adormecendo.
Adormeceu tão serenamente que eu não quis acordá-la, mas espero que ela desperte logo.
Era uma sensação muito boa. Havia uma luz amarela, o som de alguns grilos e aparelhos eletronicos e o cheiro de uma ideia no meu colo. Então ela me disse, ela disse bem assim: "Sabe aquela gata da sua tia? Faz tempo que você não a vê porque ela está se escondendo embaixo do lençol, na cama daquele quarto no fim do corredor. Gatos são animais muito inteligentes quando querem". E era verdade. Ela estava escondida embaixo do lençol e também era muito inteligente. Eu soube porque fui lá ver. E peguei o meu caderno e comi alguns amendoins. A ideia era muito boa, então ela narrou tudo pra que eu anotasse no caderno, mas minhas mãos são lentas e a ideia acabou adormecendo.
Adormeceu tão serenamente que eu não quis acordá-la, mas espero que ela desperte logo.
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